quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Como salvar seu casamento

“Não amemos de palavras nem de línguas,

mas por ações e em verdade.”- I João 3:18
"O choro pode durar uma noite,

mas a alegria vem pela manhã." - Salmos 30:5

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

A igreja como conhecemos é a casa de Deus?

A igreja como conhecemos é a casa de Deus?


Segundo o autor da bíblia não!

Como disse antes em “crentes bem sucedidos”. O conceito de igreja que conhecemos hoje é bem diferente dos dias apostólicos, a igreja que Cristo quer habitar é um coração purificado e totalmente limpo pelo poder do sangue vertido na cruz.
 A igreja é o indivíduo; é cada um que recebeu o Espírito da graça de Cristo, o favor imerecido, a promessa da aliança de Deus com os homens, a saber, Cristo. Quando chamamos de igreja as construções e os prédios onde celebramos os cultos, adulteramos todo o sentido da palavra, e negligenciamos com isso seu verdadeiro sentido.
Não estou dizendo que sou contra nos reunir em galpões, salão, ginásios e etc. Só estou dizendo que quando nos referimos a estes lugares como (igreja) de Cristo, adulteramos o sentido da palavra, e caímos num grande erro. Veja um exemplo do estou dizendo: Quando eu digo que aquela construção de tijolos é a (igreja) a (casa de Deus), eu estou afirmando que é minha obrigação cuidar muito bem daquele lugar, e é esta a desculpa que os (pastorem) usam pra justificar toda aquela pedilança. E a verdadeira igreja fica sem cuidados, materiais e espirituais.
Como crentes devemos dar a vida por nossos irmãos, o que dirá a provisão necessária para suprimento do corpo, veja 1 João 3:16,1; 1 Jo 4:11.
Amados só estou dizendo pra que investir tanto dinheiro com luxos e riquezas, em um lugar que só passamos umas duas horinhas e pouco e fica fechado a maior parte do dia. A oferta dos irmãos da primeira igreja funcionava como um fundo que cobria as necessidades dos irmãos. Vejamos o que nos diz 2 Coríntios 8: 1-5.
1 Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus que foi dada às igrejas da Macedônia;
2 como, em muita prova de tribulação, a abundância do seu gozo e sua profunda pobreza abundaram em riquezas da sua generosidade.
3 Porque, dou-lhes testemunho de que, segundo as suas posses, e ainda acima das suas posses, deram voluntariamente,
4 pedindo-nos, com muito encarecimento, o privilégio de participarem deste serviço a favor dos santos;
5 e não somente fizeram como nós esperávamos, mas primeiramente a si mesmos se deram ao Senhor, e a nós pela vontade de Deus;
Eles doavam para suprir as necessidades da menbresia da igreja que era uma só em Jerusalém, Ásia e Europa, diga-se de passagem, e não para construção de prédios.  
 E a hipocrisia que hoje acontece de maneira inapersebida, e é semeada pelo diabo, quando o pastor diz:
_ Diga para o seu irmão o quanto você o ama e o quanto ele é importante pra você.   
Veja Atos 17: 24-28.

24 O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens;
25 nem tampouco é servido por mãos humanas, como se necessitasse de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas;
26 e de um só fez todas as raças dos homens, para habitarem sobre toda a face da terra, determinando-lhes os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação;
27 para que buscassem a Deus, se porventura, tateando, o pudessem achar, o qual, todavia, não está longe de cada um de nós;
28 porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois dele também somos geração.
João 4:20-24



0 Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar.
21 Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me, a hora vem, em que nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai.
22 Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos; porque a salvação vem dos judeus.
23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.
24 Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.
1 Co 3:16.
16 Não sabeis vós que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?
Hb 9:11
11 Mas Cristo, tendo vindo como sumo sacerdote dos bens já realizados, por meio do maior e mais perfeito tabernáculo (não feito por mãos, isto é, não desta criação),
Ef 1:22,23.
22 e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à igreja,
23 que é o seu corpo, o complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas.

 Viu a diferença!

Igreja é corpo, e não prédio, ponto final.

por: Mauricio dos Santos

vosso irmão pelos laços do calvario

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Aonde Esta Deus: 300 teses

Aonde Esta Deus: 300 teses: PELA RAZÃO E LÓGICA Introdução: Os Ateus tem muita fé! Céticos fazem a afirmação verdadeira de que, na verdade, não se pode faze...

quarta-feira, 3 de abril de 2013

sexta-feira, 1 de junho de 2012



principio ativo da confiança em Deus



O objetivo deste é trazer elucidação e esclarecimento sobre o assunto em questão. Apontando verdades bíblicas, e o que é mera tradição, costumes, e ensinamento de homens, que tentando esconder suas mentiras, corrompem e adulteram o ensinamento deixado por Cristo, e vivido por seus discípulos no princípio da igreja.


O principio ativo da confiança em Deus, esta no contato com sua palavra (Rm 10:17), em suas promessas e ensinamentos.
A mensagem do apostolo Paulo em Romanos no capitulo VIII deixa claro que não há condenação esperando por aqueles que estão em união com Cristo Jesus ( Rm 8:1). Por que?

"Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte" versículo 2.
A lei(ensino), do Espirito da vida em Cristo, gera em nós uma nova vida em Jesus, quando decidimos viver para Ele, e por Ele. Assim ficamos absolvidos da condenação da lei mosaica (torah), que por seu rigor e dureza não conseguimos cumprir, pela fraqueza que havia em nós, no que diz respeito a obediencia a Deus.
 "Porquanto o que era impossível à lei, visto que se achava fraca pela carne, Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança da carne do pecado, e por causa do pecado, na carne condenou o pecado" Rm 8:3.

O obgetivo deste texto acima é fazer gerar em nós a confiança que precisamos para viver uma fé viva. Esta fé é a que agrada ao nosso Deus. Assim sendo todos os textos sagrados, aponta nos, para esta fé e confiança num Deus que governa todas as coisas e que deseja que a primícia de sua criação seja dotada desta fé genuina e verdadeira que vem por meio de um relacionamento santo, puro e fiel para com Ele.
 O desejo do meu coração é ser instrumento do Santo Espirito, para que possa ser útil ao reino de Cristo, em prol das milhares de vidas dos meus irmãos em Jesus, que são todos os dias enganados por vigaristas travestidos de pastores. Que usurpam, roubam e adulteram o evangelho para seus própios interesses e negam o ensinamento da fé verdadeira deixada por Cristo. Estes lobos em pele de ovelhas estão adulterando o evangelho e transformando suas (igrejas) em covil de ladrões como disse Jesus em (Lc 19:46).

Lembrem se:
O que realmente agrada a Deus é um coração cheio de fé e humildade.
A palavra de Deus tem que gerar em nós uma certeza e confiança extraordinária, ao ponto de agradar a Deus e isso se chama: FÉ!

Mateus 8:10 
"Jesus, ouvindo isso, admirou-se, e disse aos que o seguiam: Em verdade vos digo que a ninguém encontrei em Israel com tamanha fé".

Romanos 10:17
"Logo a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo

"Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração" ( Hb 4:12).
Este é o principio ativo da fé que agrada a Deus Hb 11:6

A medida de fé que possuimos


Todos nós já nascemos com uma medida de fé. A fé natural que existe dentro de todos nós. Exemplo disso, é que quando caminhamos temos a certeza de que o chão não vai desabar debaixo dos nossos pés, parece tolice pensar assim mais isso é um tipo de fé. A confiança que temos em nossos familiares. Quando assistimos ao noticiário, confiamos na palavra do repórter e não duvidamos da veracidade da notícia e etc. Esta é a fé natural!
Com tudo a fé que nos apresenta a bíblia é diferente. Como já foi dito acima, a fé é um principio ativo que emana de Deus. Ele dá liberalmente a todos os que buscam com um coração sincero. Para gloria do seu santo nome (Jo 14:13). A fé nos faz enxergar além do alcance de nossos olhos. Ela nos faz ir bem longe!
A fé nos torna confiados com uma certeza naquilo que procuramos e buscamos. Ela nos torna convencidos, com uma genuína confiança de que alcançaremos um objetivo maior (Hb 11:1-3). Torna mo nos conhecedores de Deus e de sua palavra mediante a confiança que exercemos Nele, e é por isso que cremos que veio Dele tudo o que está a nossa volta, seja o mundo visível ou invisível, tudo foi criado por Ele Hb 11:3 ver também Jó 12:7-9.

H. L. Mencken, jornalista americano, definiu fé como “a crença ilógica na ocorrência do improvável”.                                                                                                                     

Uma definição de fé:
É a firme opinião de que algo é verdade, sem qualquer tipo de prova ou critério objetivo de verificação, pela absoluta confiança que depositamos nesta idéia ou fonte de transmissão.
A  acompanha absoluta abstinência à dúvida pelo antagonismo inerente à natureza destes fenômenos psicológicos e lógica conceitual. Ou seja, é impossível duvidar e ter fé ao mesmo tempo. 
Fonte: Wikipédia

Embora esta definição acima, fornecida pela Wikipédia esteja correta. É apenas, um entendimento do significado da palavra que remete somente ao sentido da questão humana, não nos fazendo, entender o que realmente a bíblia quer nos ensinar. A fé que vai além da compreensão!

“Nenhum olho viu, nenhum ouvido ouviu, e o coração de ninguém imaginou todas as coisas que Deus preparou para aqueles que o amam”. 1 Co 2:9

“Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente”. 1 Co 2:14

Entendendo a mensagem


Para que possamos entender o que a fé representa na nossa vida com Deus, e na nossa relação com a igreja e o mundo; analisaremos algumas passagens da bíblia:
“ Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam”. Hb 11:6.
Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé”.  I Jo 5:4
Jesus nos ensina em Mateus 17: 20, que: “Nada vos será impossível”!
Em João 14: 12, ele vai mais além, e diz: “Quem crer em mim fará as obras que eu faço. E as fará ainda maiores”.
A fé é a arma da nossa milícia, na luta de cada dia: porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” I Jo 5:4.
A fé é uma ferramenta sobrenatural que nos é dada por meio de uma vida de submissão e observância dos ensinos de Jesus (Jo15:7).
Não existe, outra maneira de sermos bem sucedidos em nossa trajetória cristã, se não for por meio da nossa fé em Cristo, e confiança em sua palavra. “Quem é o que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus”? I Jo 5:5.
Ouvir e praticar, sua palavra é um alicerce que mantém firmados os nossos pés. Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou a casa sobre a rocha” MT 7:24.
É semelhante ao homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala, e pôs os alicerces sobre a rocha; e vindo a enchente, bateu com ímpeto a torrente naquela casa, e não a pôde abalar, porque tinha sido bem edificada” Lc 6:48

quinta-feira, 29 de março de 2012

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Sugestões sobre como abordar o livro de Apocalipse


Comece com a Bíblia, não com a História humana. Muita da confusão que envolve este livro resulta do estudo mal orientado, construído sobre fundamentos incorretos. Muitas interpretações deste livro são baseadas na História. Há pessoas que tentam determinar o que foi ou não foi cumprido, freqüentemente torcendo ou a Bíblia ou os documentos da História humana, para tentar forçar uma concordância com sua interpretação deste livro de profecia. É um erro começar com a História. Deus falou antes dos acontecimentos da História e sua palavra inspirada é verdadeira e exata, mesmo quando nem sempre temos registros humanos de cumprimentos precisos.
Podemos ilustrar este problema considerando o texto mais breve de Mateus 24:1-34. Ali, Jesus falou de alguns eventos catastróficos que ocorreriam em Jerusalém. Considere suas palavras no versículo 34: "Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça." Sem saber nada sobre a História, qualquer pessoa que respeita verdadeiramente a palavra de Jesus pode saber que esta profecia neste capítulo foi cumprida na geração na qual Jesus vivia, cerca de 2000 anos atrás! Quando vemos pessoas de hoje catando versículos deste texto para declarar que o cumprimento é na nossa geração, sabemos que elas estão concentrando muita atenção nos livros de História e jornais e não o suficiente na palavra dita por Jesus. Argumentar que algumas das coisas preditas nestes versículos ainda não estão cumpridas é dizer que Jesus é um falso profeta. Aqueles que respeitam verdadeiramente o filho de Deus colocarão sua palavra acima das opiniões dos especuladores modernos e dos historiadores humanos.
Vamos lembrar deste princípio em nosso estudo de Apocalipse. Jesus revelou coisas que iam ocorrer logo depois que João as registrou (Apocalipse 1:1,3; 22:6-7,10-12,20). Não importa que historiadores possam mostrar como cada profecia foi cumprida, é claro que Jesus falou de coisas que estavam para acontecer logo depois que ele as revelou.
Reconheça o estilo simbólico da linguagem do livro. Temos também que reconhecer o estilo da linguagem que o Espírito Santo empregou ao escrever este livro. Justo como ele fez em várias outras partes da Bíblia, aqui ele usou linguagem simbólica ou figurativa, freqüentemente com descrições físicas para retratar conceitos espirituais. Este era o costume de Jesus em suas parábolas. Quando ele disse,"Eu sou o pão" (João 6:35), imediatamente percebemos que ele não está falando de alimento físico. Quando ele disse, "Eu sou a porta"(João 10:7) ninguém imagina que Jesus é feito de madeira e tem dobradiças de metal. Quando ele disse, "Eu sou a videira" (João 15:1), não concluímos que ele é literalmente uma planta frutífera. Quando o mesmo Espírito Santo usou o mesmo escritor que registrou estas expressões figurativas para nos transmitir a mensagem do Livro de Apocalipse, não nos deveríamos surpreender se sua linguagem fosse figurativa ou simbólica. Outros livros da Bíblia, especialmente Ezequiel, Daniel e Zacarias empregam linguagem semelhante, tornando este estilo de revelação familiar àqueles que receberam o Livro de Apocalipse no primeiro século.
Ninguém verdadeiramente interpreta o inteiro Livro de Apocalipse ao pé da letra. Aqueles que pescam e escolhem quais partes são figurativas e quais são literais erram em seu método básico de interpretação. Ele é um livro de visões de idéias celestiais que excedem a imaginação humana. Não o reduzamos a algo meramente físico e literal.


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

A igreja como conhecemos é a casa de Deus?







Segundo o autor da bíblia não!

Como disse antes em “crentes bem sucedidos”. O conceito de igreja que conhecemos hoje é bem diferente dos dias apostólicos, a igreja que Cristo quer habitar é um coração purificado e totalmente limpo pelo poder do sangue vertido na cruz.
 A igreja é o indivíduo; é cada um que recebeu o Espírito da graça de Cristo, o favor imerecido, a promessa da aliança de Deus com os homens, a saber, Cristo. Quando chamamos de igreja as construções e os prédios onde celebramos os cultos, adulteramos todo o sentido da palavra, e negligenciamos com isso seu verdadeiro sentido.
Não estou dizendo que sou contra nos reunir em galpões, salão, ginásios e etc. Só estou dizendo que quando nos referimos a estes lugares como (igreja) de Cristo, adulteramos o sentido da palavra, e caímos num grande erro. Veja um exemplo do estou dizendo: Quando eu digo que aquela construção de tijolos é a (igreja) a (casa de Deus), eu estou afirmando que é minha obrigação cuidar muito bem daquele lugar, e é esta a desculpa que os (pastorem) usam pra justificar toda aquela pedilança. E a verdadeira igreja fica sem cuidados, materiais e espirituais.
Como crentes devemos dar a vida por nossos irmãos, o que dirá a provisão necessária para suprimento do corpo, veja 1 João 3:16,1; 1 Jo 4:11.
Amados só estou dizendo pra que investir tanto dinheiro com luxos e riquezas, em um lugar que só passamos umas duas horinhas e pouco e fica fechado a maior parte do dia. A oferta dos irmãos da primeira igreja funcionava como um fundo que cobria as necessidades dos irmãos. Vejamos o que nos diz 2 Coríntios 8: 1-5.
1 Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus que foi dada às igrejas da Macedônia;
2 como, em muita prova de tribulação, a abundância do seu gozo e sua profunda pobreza abundaram em riquezas da sua generosidade.
3 Porque, dou-lhes testemunho de que, segundo as suas posses, e ainda acima das suas posses, deram voluntariamente,
4 pedindo-nos, com muito encarecimento, o privilégio de participarem deste serviço a favor dos santos;
5 e não somente fizeram como nós esperávamos, mas primeiramente a si mesmos se deram ao Senhor, e a nós pela vontade de Deus;
Eles doavam para suprir as necessidades da menbresia da igreja que era uma só em Jerusalém, Ásia e Europa, diga-se de passagem, e não para construção de prédios.  
 E a hipocrisia que hoje acontece de maneira inapersebida, e é semeada pelo diabo, quando o pastor diz:
_ Diga para o seu irmão o quanto você o ama e o quanto ele é importante pra você.   
Veja Atos 17: 24-28.
24 O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens;
25 nem tampouco é servido por mãos humanas, como se necessitasse de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas;
26 e de um só fez todas as raças dos homens, para habitarem sobre toda a face da terra, determinando-lhes os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação;
27 para que buscassem a Deus, se porventura, tateando, o pudessem achar, o qual, todavia, não está longe de cada um de nós;
28 porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois dele também somos geração.
João 4:20-24
0 Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar.
21 Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me, a hora vem, em que nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai.
22 Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos; porque a salvação vem dos judeus.
23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.
24 Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.
1 Co 3:16.
16 Não sabeis vós que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?
Hb 9:11
11 Mas Cristo, tendo vindo como sumo sacerdote dos bens já realizados, por meio do maior e mais perfeito tabernáculo (não feito por mãos, isto é, não desta criação),
Ef 1:22,23.
22 e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à igreja,
23 que é o seu corpo, o complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas.
 Viu a diferença!
Igreja é corpo, e não prédio, ponto final.


por: Mauricio dos Santos

vosso irmão pelos laços do calvario

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

sábado, 13 de agosto de 2011

Paul Waher – Um Evangelho Escandaloso | Voltemos Ao Evangelho

Paul Waher – Um Evangelho Escandaloso | Voltemos Ao Evangelho


Postei este artigo por cnsiderar uma mensgem poderosa para o despertamento da igreja!

Ass: Maurício dos Santos (Não é de minha autoria)


“Não me envergonho do Evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.” Romanos 1:16
Paulo, na carne, tinha razões para se envergonhar do Evangelho que pregava, porque contradizia tudo o que se cria ser verdadeiro e sagrado entre os seus contemporâneos. Para os judeus, o Evangelho era a pior blasfêmia porque reivindicava que o Nazareno que morreu amaldiçoado no Calvário era o Messias. Para os gregos, era o pior absurdo porque reivindicava que este Messias Judeu era Deus feito carne. Assim, Paulo sabia que quando abrisse a boca para falar o Evangelho, seria completamente rejeitado e ridicularizado, desprezado, a menos que o Espírito Santo interviesse e se movesse nos corações e mentes dos seus ouvintes. Nos nossos dias, o Evangelho primitivo não é menos ultrajante, pois ainda contradiz os princípios, ou os “-ismos”, da cultura contemporânea: o relativismo, o pluralismo e o humanismo.
NÃO É TUDO RELATIVO
Vivemos na era do Relativismo – um sistema de crenças baseado na absoluta certeza de que não há absolutos. Hipocritamente aplaudimos homens que buscam a verdade, mas executamos em praça pública qualquer um que seja arrogante o suficiente para acreditar que a encontrou. Vivemos numa era de trevas auto-impostas, e a razão disso acontecer é clara. O homem natural é uma criatura decaída, é moralmente corrupto, obstinado na sua autonomia (i.e.,no seu auto-governo). Odeia a Deus porque Ele é Justo, e odeia as Suas leis porque censuram e restringem a sua maldade. Ele odeia a verdade porque revela o que ele realmente é. Ele quase acaba com o que ainda permanece na sua consciência. Portanto, o homem decaído busca empurrar a verdade – especialmente a verdade sobre Deus – para o mais longe possível. Ele vai até onde for preciso para suprimir a verdade, mesmo a ponto de fingir que tal coisa não existe ou que, se existe, não pode ser conhecida nem ter alguma coisa a ver com as nossas vidas. Não é Deus que se esconde, é o homem. O problema não é o intelecto, é a vontade. Como um homem que esconde a sua cabeça na areia para evitar o ataque de um rinoceronte, o homem moderno nega a verdade de um Deus justo e os Seus absolutos morais, na esperança de silenciar a sua consciência e de esquecer o julgamento que ele sabe ser inevitável. O Evangelho cristão é um escândalo para o homem e para a sua cultura, porque faz a única coisa que ele mais quer evitar – desperta-o do seu auto-imposto “sono” para a realidade da sua situação decaída, da sua rebelião; chama-o à rejeição da sua autonomia e à submissão a Deus, através do arrependimento e fé em Jesus Cristo.
NÃO ESTÃO TODOS CORRETOS
Vivemos numa era de Pluralismo – um sistema de crenças que põe fim à verdade, declaran do que tudo é verdade, especialmente no que diz respeito à religião. Pode ser difícil para o cristão contemporâneo entender, mas os cristãos que viveram nos primeiros séculos da fé foram marcados e perseguidos como se fossem ateus. A cultura que os envolvia estava imersa em teísmo. O mundo estava cheio de imagens de deuses, a religião era um negócio crescente. Os homens não só toleravam os deuses uns dos outros, como também os trocavam e partilhavam. O mundo religioso ia muito bem até chegarem os cristãos e declararem que “deuses feitos com as mãos não são deuses.” Eles negaram aos Césares as honras que eles exigiam, recusaram dobrar os joelhos aos outros ditos “deuses”, e confessaram Jesus apenas como Senhor de tudo. O mundo inteiro assistiu boquiaberto a tal arrogância e reagiu com fúria contra a intolerável intolerância dos cristãos à tolerância.
Este mesmo cenário abunda no nosso mundo hoje em dia. Contra toda a lógica, dizem-nos que todas as posições em relação à religião e moralidade são verdadeiras, não importa quão radicalmente diferente se contraditórias possam ser. O aspecto mais espantoso de tudo isto é que, através dos incansáveis esforços da mídia e do mundo acadêmico, isto rapidamente se tornou a opinião da maioria. Contudo, o pluralismo não lida com o problema nem cura a maleita. Apenas anestesia o paciente para que já não sinta nem pense mais. O Evangelho é um escândalo porque despertao homem do seu sono e recusa-se a deixá-lo descansar numa base tão ilógica. Força-o a chegar a alguma conclusão – “Até quando vão coxear entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, sigam-no; mas se é Baal, sigam-no.”
O verdadeiro Evangelho é radicalmente exclusivo. Jesus não é “um” caminho, mas “o” caminho.3 E todos os outros caminhos não são o caminho. Se o cristianismo desse mais um pequeno passo que fosse no sentido de um ecumenicalismo mais tolerante, e trocasse o artigo definido “o” pelo artigo indefinido “um”, o escândalo desapareceria; o mundo e o cristianismo podiam ser amigos. Contudo, quando isto acontecer, o cristianismo deixou de ser cristianismo. Cristo é negado e o mundo fica sem Salvador.
O HOMEM NÃO É A MEDIDA
Vivemos numa era de Humanismo. Nas últimas décadas, o homem tem lutado para expurgar Deus da sua consciência e da sua cultura. Derrubou todos os altares visíveis ao “Único Deus Vivo” e ergueu monumentos para si mesmo, com o zelo de um religioso fanático.Fez de si próprio o centro, a medida e o fim de todas as coisas. Louva o seu mérito inato, exige honra à sua auto-estima e promove a sua auto-satisfação e auto-realização como o maior bem. Justifica a sua consciência culpada com os resquícios de uma antiquada religião de culpa. Procura livrar-se de qualquer responsabilidade pelo caos moral que o envolve, culpando a sociedade, ou pelo menos a parte da sociedade que ainda não atingiu o seu nível de entendimento. A mínima sugestão de que a sua consciência pudesse estar certa no seu testemunho contra ele, ou que ele pudesse ser responsável pelas quase infinitas doenças que há no mundo, é impensável. Por este motivo, o Evangelho é um escândalo para o homem decaído, pois expõe a sua ilusão acerca de si mesmo e convence-o da sua situação decaída e da sua culpa. Esta é, essencialmente, a “primeira ação” do Evangelho; é por isso que o mundo detesta tanto a pregação do verdadeiro Evangelho. Arruína a sua festa – estraga prazeres – destrói a sua fantasia e expõe que “o rei vai nu”.
As Escrituras reconhecem que o Evangelho de Jesus Cristo é uma “pedra de tropeço”4 e “loucura” para os homens, em todas as gerações e culturas. Contudo, tentar remover o escândalo da mensagem é invalidar a cruz de Cristo e o seu poder salvador. Temos que entender que o Evangelho não apenas é escandaloso, mas que é suposto que o seja!Através da loucura do Evangelho, Deus destruiu a sabedoria dos sábios, frustrou a inteligência das grandes mentes e abateu o orgulho de todos os homens, para que no fim nenhuma carne se possa gloriar na Sua presença, mas como está escrito: “Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor.”
O Evangelho de Paulo não só contradizia a religião, a filosofia e a cultura dos seus dias, mas declarava-lhes guerra. Recusava tréguas ou tratados com o mundo e satisfazia-se com nada menos do que absoluta rendição da cultura ao senhorio de Jesus Cristo. Fazemos bem em seguir o exemplo de Paulo. Temos que ser cuidadosos para evitar qualquer tentação de conformarmos o nosso Evangelho às modas de hoje ou aos desejos de homens carnais. Não temos o direito de deturpar, de suavizar a sua ofensa nem de civilizar as suas exigências radicais, para o tornarmos mais atraente a um mundo caído ou a carnais membros de igrejas. As nossas igrejas estão cheias de estratégias para serem mais “agradáveis”, pondo o Evangelho noutra embalagem, removendo a pedra de tropeço e amaciando o gume da espada, para ser mais aceitável aos homens carnais. Devemos ser sensível ao que busca, mas devemos perceber que: há só Um que busca e este é Deus. Se nos esforçamos para fazer nossas igrejas e mensagens confortáveis, façamos confortáveis para Ele. Se queremos erguer uma igreja ou ministério, vamos fazê-lo com uma paixão por glorificar a Deus e com um desejo de não ofender a Sua glória. Não importa o que o mundo vai pensar de nós! Não buscamos honras na terra, mas a honra do céu deve ser o nosso desejo.
Por Paul Washer | HeartCry Magazine Nov-Dez 2008, nº59, “AscandalousGospel”, usado com permissão.
Disponível em www.heartcrymissionary.com


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O dízimo


O que é dízimo? Imediatamente você poderá imaginar: Dez por cento dos meus rendimentos para os cofres da igreja. Mas, será que Deus ainda exige que pratiquemos alguma ordenança da lei do Antigo Testamento (da qual foi instituído o dízimo), mesmo depois do sacrifício do Senhor Jesus para remir o homem do pecado? Vamos conhecer a verdade que envolve esse MITO chamado dízimo, o qual está sendo levado aos fieis de forma desvirtuada, por muitos pregadores. Os dízimos aos levitas eram dez por cento das colheitas dos grãos, dos frutos das árvores e da procriação de animais que nasciam no campo em um determinado período. Resumindo: O dízimo era alimento destinado a suprir as necessidades dos levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida. Vejamos: Dt 14.24-27: E quando o lugar que escolher o Senhor teu Deus para fazer habitar o seu nome, for tão longe que não os possa levar, vende-os e ata o dinheiro na tua mão, e vai ao lugar que escolher o Senhor teu Deus e compre tudo o que a tua alma desejar, e come ali perante o Senhor teu Deus, e alegre tu e tua casa. Porem, não desamparará ao levita que está dentro das tuas portas e não tem parte e nem herança contigo. Considere a profundidade do texto bíblico onde o Senhor evidencia que, se o lugar que escolheu o Senhor teu Deus, para levar o seu dízimo, for tão longe que não os possa levar, Ele instruiu, que o seu dízimo deveria ser vendido, e o dinheiro atado na tua mão, (observe que não é na mão de nenhuma outra pessoa), ir ao lugar que escolheu o Senhor, e comprar o que a tua alma desejar, para ali fazer habitar o nome do Senhor Deus. Se o dízimo fosse dinheiro, o Senhor não iria mandar vender o que já era espécie.O dízimo na lei de Moisés nunca foi oferecido da forma como está sendo feito hoje, porque odízimo foi destinado para suprir as necessidades dos levitas, mas hoje, não há mais a personagem representativa do levita entre nós.Porem, alguém poderá apontar para Malaquias 3.10 tentando justificar que fora ordenado aodízimo, ser levado para casa do tesouro. No entanto se meditarmos nos livros de II Crônicas 31.5-12 e Ne 12.44-47 vamos entender melhor o porquê Malaquias mandou levar o dízimo a casa do tesouro. Disse o Senhor: Para que haja mantimento na minha casa. E o que é mantimento? Aquilo que mantém, provisão, sustento, comida, dispêndio, gênero alimentício, etc. Ainda em II Cr 31.13-19, a lei menciona que o dízimo era partilhado às comunidades dos levitas que trabalhavam nas tendas das congregações, segundo o ministério que cada um recebera do Senhor. Nu 18.21-26: O pagamento do dízimo foi ordenado pela lei do Antigo Testamento, e tinha caráter de caridade, pois a sua principal finalidade era suprir as necessidades dos Levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida, e também dos estrangeiros, órfãos e viúvas.Dt 14.29: Então virá o levita (pois nem parte nem herança têm contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda a obra das tuas mãos que fizeres.
O dízimo foi instituído para a caridade Hb 7.5-12; Mt 6.1-4. O dizimo: É para o levita! Nu 18.20 a 24.
do site: Cristo é a verdade
de quem é todo o mérito

Os 7 Sinais - Parte 1 - O Retorno a Israel