terça-feira, 17 de maio de 2011

Moderna indulgência e a igreja moderna


Quando se investe tanto dinheiro na (igreja) que é uma construção de tijolos. Deixamos de investir nas almas dos moribundos que sofrem.
Lembra da parábola do bom samaritano?
Em toda a bíblia não encontraremos em lugar algum, base para sustentar tal engano do diabo, e voltamos no passado sombrio da (igreja) apostata, que vendiam o perdão dos pecados por meio de indulgencias.
 O comércio de indulgências ou a venda indulgências viu a possibilidade da Igreja Católica Romana, vender indulgências (do latim indulgere, "concessão"), isto é, a remissão total ou parcial, perante Deus, da pena temporal suportada por um pecado perdoado. Esta prática remonta ao século III recebe uma definição legal nos decretos papais, no século XII. A indulgência obtida em troca de um ato de piedade (peregrinação, oração, mortificação) ao longo do tempo vai se tornar um negócio lucrativo. Em termos populares, as indulgências eram um passaporte para o céu sendo certo que, para recolher benefícios, a Igreja não contrariava convenientemente esta explicação. No início do século XVI, o sistema envolvia vastas somas de dinheiro e de interesses financeiros internacionais, agravados pelas circunstâncias de 1517. Para Roma, a venda tornara-se uma fonte de rendimentos regulares e extraordinários. Em 1510, Júlio II lançara a Indulgência do Jubileu, sobretudo para custear a nova basílica de São Pedro. A venda fora iniciada em Magdeburgo em 1515. O responsável eclesiástico local era Alberto de Branderburgo, arcebispo de Magdeburgo, Maiença e Halberstadt, desejava tornar-se bispo de Magonza, de forma a aumentar sua riqueza e seu poder, na medida em que Magonza era um dos principados eleitores (O cargo de Imperador do Sacro Império Romano era eletivo; era eleito por um conselho de príncipes chamado de Dieta; no entanto, nem todos os principados eram eleitores, havia aqueles que, por tradição eram os chamados “principados eleitores”, e sempre em número de sete.). Para tal era necessário que pagasse a taxa de 100 mil ducados ao papa. A quantia foi obtida através de empréstimos dos banqueiros Függer. O papa Leão X, necessitando de fundos para a construção da Basílica de São Pedro, autorizou Alberto a “vender” indulgências durante oito anos. Metade do lucro serviria para o pagamento dos Függer e a outra parte seria enviada a Roma.
O auge dessa prática se deu durante o pontificado de Leão X (1513-1521), que lançou uma política aberta de venda de indulgências. Verdadeiros mascates percorreram a Europa vendendo "cartas de indulgência", quase bônus-Paraíso, que podiam ser comprados sem maiores formalidades, mas desconcertando muitos crentes genuínos. Não havia crime, nem o mais cruel, que não pudesse ser perdoado mediante pagamento. Um dos nomes mais conhecidos em Roma, nessa ocasião da construção da Basílica de São Pedro, foi o do cardeal Johann Tetzel que viajava pela Alemanha recolhendo contribuições para essa construção. Uma das suas declarações relacionadas à oportunidade das pessoas escaparem do Purgatório por meio de indulgências se tomou célebre: "No momento em que uma moeda tilinta no fundo do gazofilácio, uma alma escapa do purgatório".
O caso do comércio de indulgências foi o estopim para a Reforma Protestante, um momento em que o desenvolvimento da impressão direta permite a leitura da Bíblia em todas as línguas, abrindo o caminho para uma crítica das crenças católicas e práticas dos seus sacerdotes.
monge Martinho Lutero escreve suas 95 teses contra as indulgências exibindo-as em 31 de outubro de 1517 na porta do Castelo de Wittenberg. O texto atacam abertamente o comércio de indulgências, e insistem em que não somos salvos por doações de dinheiro ou missa em nosso nome, mas somente pela graça de Deus. O comércio de indulgências havia sido condenado um século e meio antes por John Wycliffe (1320-1384) e Jan Hus (1369-1415).


Já ouvi tantas vezes o pastor dizer no púlpito que a igreja é do povo; que eu realmente acreditei nele! Quem não acreditaria, eles são mestres, no engano e trapaças!
Não generalizando!
Não é de admirar que tantos os seguem.
Amados, procurem saber, pergunte ao (pastor); no nome de quem esta o prédio e todo patrimônio da (igreja).
Você vai se surpreender quando descobrir; isso se o (pastor) te falar toda a verdade. Talvez você, tenha que descobrir sozinho!
Tudo que durante tantos anos foi tirado de você e de todo povo, vai ficar para seus sucessores, filhos e filhas, é um negócio como outro qualquer, você, que não se deu conta!

 Atos 17: 24-28.
24 O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens;
25 nem tampouco é servido por mãos humanas, como se necessitasse de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas;
26 e de um só fez todas as raças dos homens, para habitarem sobre toda a face da terra, determinando-lhes os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação;
27 para que buscassem a Deus, se porventura, tateando, o pudessem achar, o qual, todavia, não está longe de cada um de nós;
28 porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois dele também somos geração.
João 4:20-24
0 Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar.
21 Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me, a hora vem, em que nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai.
22 Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos; porque a salvação vem dos judeus.
23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.
24 Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.
1 Co 3:16.
16 Não sabeis vós que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?
Hb 9:11
11 Mas Cristo, tendo vindo como sumo sacerdote dos bens já realizados, por meio do maior e mais perfeito tabernáculo (não feito por mãos, isto é, não desta criação),
Ef 1:22,23.
22 e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés, e para ser cabeça sobre todas as coisas o deu à igreja,
23 que é o seu corpo, o complemento daquele que cumpre tudo em todas as coisas.
 Viu a diferença!
2)Igreja é corpo, e não prédio, ponto final.


Jesus censura os líderes (pastores) religiosos de sua época.
Jesus nos ensina a não proceder como os escribas e fariseus Mateus 23.
Tudo o que fazem é a fim de serem vistos pelos homens vs-5.
Amam os primeiros lugares nas ceias e as primeiras cadeiras vs-6.
Amam as saudações nas praças e o serem chamados rabi (mestre) pelos homens vs-7.
Vós, não sereis chamados rabis, pois um só é o vosso Mestre, e vocês todos sois irmãos vs-8.
A ninguém na terra chameis vosso pai vs-9
Nem serão chamados mestres, pois um só é o vosso Mestre, o Cristo vs-10.
Jesus disse que: O maior dentre vos será vosso servo vs-11.
Em 1 Ts 5, encontramos um conselho:
 Agora vos rogamos irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós, e os que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoestam.
Tratai-os com grande estima e amor, por causa da sua obra 1 Ts 5:12,13.

É preciso distinguir, os que são chamados pra servir e os que querem governar e enriquecer a custa do povo de Deus.
Esta é a verdade que não querem ensinar, pois se assim fizerem seus negócios vão de água a baixo!
Sem duvida alguma sabemos que na antiga aliança o tabernáculo no deserto e o templo em Jerusalém eram o lugar de adorar.
Confira em: Ex 25:8,9 e 2Cr7:1-3.
Com a nova aliança tudo agora muda, Jo 4:21-24; At17:24,25.
Pelo sacrifício na cruz, temos acesso a uma nova e melhor aliança com Deus em Jesus.
Hb7:11-19,24,25
11 De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (pois sob este o povo recebeu a lei), que necessidade havia ainda de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão?
12 Pois, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei.
13 Porque aquele, de quem estas coisas se dizem, pertence a outra tribo, da qual ninguém ainda serviu ao altar,
14 visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, tribo da qual Moisés nada falou acerca de sacerdotes.
15 E ainda muito mais manifesto é isto, se à semelhança de Melquisedeque se levanta outro sacerdote,
16 que não foi feito conforme a lei de um mandamento carnal, mas segundo o poder duma vida indissolúvel.
17 Porque dele assim se testifica: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.
18 Pois, com efeito, o mandamento anterior é ab-rogado por causa da sua fraqueza e inutilidade
19 (pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou), e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual nos aproximamos de Deus.
24 mas este, porque permanece para sempre, tem o seu sacerdócio perpétuo.
25 Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, porquanto vive sempre para interceder por eles.
Ver também 2 Co3:14-16.